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  • Curitiba está entre os municípios que contam com uma das maiores coberturas de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) 24 horas. Dos 12 Caps em funcionamento na cidade, sete oferecem atendimento em período integral, com um total de 64 leitos abertos. Este foi um dos dados apresentados nesta quinta-feira (26), em audiência na Câmara Municipal de Curitiba para detalhamento do relatório da Secretaria Municipal da Saúde referente ao terceiro quadrimestre de 2014.

    A apresentação do relatório foi feita pelo superintendente de Gestão e Atenção à Saúde, César Titton, e pela superintendente executiva, Jane Sescatto. Compilação dos dados dos meses de setembro a dezembro de 2014, o documento aponta ainda importantes avanços na área da saúde em Curitiba, como a redução de 20% da mortalidade infantil em dois anos, o aumento do índice de elogios a atendimentos nas unidades de saúde e a ampliação da assistência aos usuários de álcool e drogas e de transtornos mentais.Leia mais...

  • 00159114Pessoas idosas ou com dificuldade de locomoção têm um importante canal de assistência em saúde à disposição por meio do SUS Curitiba. O Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) acompanha, em média, 500 pacientes por mês, com dez equipes de profissionais de saúde que se revezam durante 24 horas do dia para dar atendimento aos pacientes em todas as regiões da cidade.

    O SAD integra o Programa Melhor em Casa do Ministério da Saúde e é mantido pela Fundação Estatal de Atenção Especializada à Saúde (Feaes) em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde.

    Desde que foi implantado, em março de 2012, 3.734 pessoas foram beneficiadas com o serviço, que possibilitou, em muitos casos, diminuir o tempo de internação em leitos hospitalares e melhorar o conforto do paciente e da família durante o tratamento, até que ele possa voltar a ser feito na unidade de saúde.

    A quantidade de pacientes acompanhados pelo SAD equivale ao atendimento de um hospital de grande porte, já que são 500 pacientes por mês que poderiam estar internados, mas recebem toda a assistência em casa, com o apoio da família. “O trabalho da equipe de saúde é feito com a ajuda dos familiares, que recebem todas as orientações necessárias. É um tratamento mais humanizado e que mostra excelentes resultados”, diz o secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda.Leia mais...

  • 00157603 1O percentual de partos normais realizados no Sistema Único de Saúde (SUS) em Curitiba é sete vezes maior que na rede particular. Este ano, até novembro, foram realizados mais de 16 mil partos pelo SUS, dos quais 65% de forma normal. Já no sistema privado, apenas 9% dos cerca de 19 mil partos foram normais. Medidas para humanizar o parto e dar mais segurança às mães têm contribuído para esse índice favorável na rede pública.

    Desde o ano passado a Secretaria Municipal da Saúde desenvolve com as seis maternidades da capital que atendem o SUS um trabalho para incentivar o parto normal e garantir a presença do acompanhante desde o pré-parto até o pós-parto, o contato pele a pele e a diminuição da episiotomia (corte na vagina no momento do parto). O procedimento, que acontecia em 90% dos partos, hoje ocorre em apenas 15%.

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  • 00154702

    O índice de mortalidade infantil em Curitiba, que em 2013 já havia sido o menor da história, deve bater um novo recorde de redução em 2014. De janeiro até o dia 14 de outubro foram registrados 153 óbitos de bebês com até um ano de idade – o que representa queda de 11,05% em relação ao mesmo período do ano passado. A redução reflete o reforço em medidas e programas direcionados às gestantes pela rede pública de saúde do município, por meio do Programa Mãe Curitibana/Rede Cegonha.

    Nos dez primeiros meses deste ano, a mortalidade infantil em Curitiba atingiu 7,79 óbitos por 1 mil nascidos vivos, índice 46% abaixo da média nacional. Entre os países das Américas, apenas Cuba, Canadá, Estados Unidos e Chile exibem índices inferiores ao registrado na capital paranaense, segundo dados compilados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

    No ano de 2013, Curitiba registrou índice de mortalidade infantil 9,6% inferior ao registrado no ano anterior. De acordo com o secretário municipal da saúde, Adriano Massuda, algumas medidas, como a extinção da fila de gestantes que aguardavam consulta para a avaliação de risco e o aprimoramento no Programa Mãe Curitibana e sua articulação com o Programa Rede Cegonha, do Ministério da Saúde, contribuiriam para a diminuição.

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  • 00154803Os pacientes do Hospital do Idoso Zilda Arns estão ajudando a confeccionar equipamentos usados nas atividades físicas dentro do hospital. São halteres produzidos com materiais recicláveis de baixo custo, como garrafas pets. Tanto a confecção quanto a atividade têm melhorado a condição de saúde dos pacientes.
    Os profissionais fazem uma avaliação inicial de cada paciente para definir o peso dos equipamentos e os movimentos que serão executados. Com o acompanhamento de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, a prática contribui para a recuperação dos movimentos que muitas vezes são perdidos durante o período de internação.

    De acordo com a fisioterapeuta Luciana Yumi Leire, a utilização de materiais descartáveis torna os aparelhos acessíveis a todos os pacientes. “Nos casos daqueles que estão em isolamento, ou seja, que apresentam alguma bactéria resistente e que não podem ter contato direto com outros pacientes, os halteres tradicionais não eram utilizados, pois não podiam passar pelo processo de esterilização”.

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Elogios às unidades de saúde cresceram 46% em 2014

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Informações levantadas junto à Central de Atendimentos e Informações 156 da Prefeitura e à Ouvidoria do SUS Curitiba indicam que cresceu a satisfação da população com as unidades de saúde da capital paranaense. Ao longo de 2014, o número de elogios aos serviços e à infraestrutura desses locais cresceu 46% em relação ao ano anterior. Simultaneamente, as reclamações recuaram 7,4%.

Ao todo, foram registrados mais de 13,6 mil atendimentos relacionados às unidades de saúde em 2014 – 8,4 mil reclamações, 3 mil solicitações e 2,1 mil elogios. O agendamento de consultas especializadas, o programa Mãe Curitibana, a higiene e limpeza dos locais de atendimento e os equipamentos da unidade lideram o ranking dos elogios, seguidos da satisfação com o atendimento profissional.

“Um avanço de quase 50% nos elogios em um ano é muito significativo e um fato que precisa ser celebrado. Ainda temos muitos desafios a vencer, mas é recompensador ver que o empenho das equipes de saúde e os avanços de gestão implementados recentemente estão sendo reconhecidos pela população”, diz o secretário municipal de saúde, Adriano Massuda.

Plataforma virtual oferece teste de HIV para ser feito em casa

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A população de Curitiba tem mais uma opção para fazer o teste de HIV. Trata-se de uma plataforma virtual (www.ahoraeagora.org) que permite a autotestagem por meio de teste de fluido oral, com objetivo principal de ampliar o diagnóstico precoce do HIV entre as populações mais vulneráveis à infecção e assim ampliar a eficácia do tratamento. O teste poderá ser feito em casa, com o uso de kits que podem ser pedidos pela internet.

A plataforma é a principal inovação do projeto “A Hora É Agora – Testar Nos Deixa Mais Fortes”. Lançado em Curitiba em novembro passado, o projeto visa a expansão da testagem rápida e gratuita anti-HIV entre as populações mais vulneráveis à infecção – ou ou seja, os jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens.

Taxa de mortalidade infantil

mortalidadeA taxa de mortalidade infantil em Curitiba apresenta uma tendência constante de queda.

 
Dados preliminares de 2014 apontam a menor taxa de mortalidade infantil já alcançada pelo município.

A Secretaria

  • Planejar e executar a política de saúde para o Município de Curitiba
  • Responsabilizar-se pela gestão e regulação dos serviços próprios e conveniados
  • Monitorar doenças e agravos
  • Realizar a vigilância sanitária sobre produtos e serviços de interesse da saúde
  • Visar uma população mais saudável