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  • 00153112O sistema de saúde gasta R$ 8,45 milhões ao ano no tratamento de vítimas de acidente de trânsito em Curitiba. O número contabiliza apenas as despesas com internações hospitalares, ou seja, não inclui os recursos dispensados na reabilitação desses pacientes.

    Ao todo, 1.949 pessoas foram vítimas em acidentes de trânsito na capital paranaense em 2013 – 215 das quais necessitaram de UTI. Os dados foram compilados pelo Programa Vida no Trânsito e divulgados nesta sexta-feira (19) pelo secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, em palestra que integra a programação da Semana Nacional de Trânsito 2014.

    “Acidentes e violências são a terceira principal causa de óbitos em Curitiba, atrás apenas dos problemas circulatórios e de neoplasias. Se considerarmos apenas a faixa etária entre 5 e 39 anos, eles se tornam a principal causa”, disse Massuda. O grupo de acidentes e violências responde pelo segundo principal motivo de internações, logo após eventos relacionados à gestação. “Com essas informações, não resta dúvida de que o trânsito é uma questão que extrapola as discussões sobre infraestrutura. É também uma questão de saúde pública”, afirmou o secretário.

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  • 00152660 1A Prefeitura de Curitiba lançou nesta quarta-feira (10) o #Tamojunto, um programa que foi aplicado e analisado em seis outros países e conseguiu reduzir em até 30% a entrada de adolescentes no consumo de álcool, tabaco e outras drogas. Na capital paranaense, uma das primeiras do Brasil a adotar a iniciativa, o #Tamojunto é uma ação conduzida em parceria pelas secretarias municipais da Saúde e da Educação.

    Uma das principais características do programa está no fato de fugir do modelo meramente expositivo das questões ligadas ao uso dos diversos tipos de droga. Em 12 aulas integradas ao currículo do 6º ao 9º ano do ensino fundamental da rede municipal de ensino, os jovens participam de dinâmicas de grupo, rodas de debate e assumem personagens em minipeças de teatro. Em paralelo a essas atividades em sala de aula, o #Tamojunto promove três oficinas com os pais. Nesses encontros são abordados desafios típicos da adolescência, de relacionamentos e da convivência familiar.

    “Há praticamente um consenso entre os especialistas de que a prevenção é o caminho certo quando se trata do uso de álcool e outras drogas. O problema é que pouquíssimas ações de prevenção têm suas taxas de sucesso avaliadas”, disse o coordenador nacional de saúde mental do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori, citando o #Tamojunto como exceção a essa regra.

    Após um acompanhamento de quase três anos nos seis países europeus em que o programa foi executado, entre eles a Croácia e Romênia, a UNODC, escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, detectou uma diminuição de até 30% no primeiro uso de drogas lícitas ou ilícitas entre os adolescentes expostos às ações do #Tamojunto. “Queremos levar Curitiba como modelo de administração que experimenta o novo também nessa questão”, afirmou Tykanori. Ele diz que a fase experimental do programa em Curitiba, no primeiro semestre deste ano, mostra resultados que servem de modelo.

    O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, conta que a administração municipal decidiu adotar o programa ao enxergar nele uma abordagem inovadora sobre o assunto. “A questão das drogas e da violência é mais uma das grandes batalhas que as administrações municipais têm de enfrentar. Vimos no #Tamojunto uma forma de tratar do assunto que não fosse percebida como chata ou impositiva entre os jovens”, disse o prefeito.

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  • 00152623O departamento de Saúde Mental da Secretaria Municipal da Saúde e de Proteção Social Especial da Fundação de Ação Social (FAS) trabalham em conjunto no tratamento de pessoas com problemas mentais e em situação de vulnerabilidade social em Curitiba. Para continuar integrando este trabalho, foi realizado nesta quarta-feira (10) o 1º Encontro Intersetorial entre as duas entidades, na Prefeitura de Curitiba.

    O secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, conta que em um ano e meio de gestão foi possível acabar com as filas para atendimento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Psiquiatras dos Núcleos de Apoio do Saúde da Família (Nasf) auxiliam no tratamento em unidades de saúde e um psiquiatra trabalha na regulação dos atendimentos de urgência do Samu. “Precisamos estabelecer cada vez mais estratégias de atendimento envolvendo os dois setores. Para ofertarmos o atendimento integral, precisamos que a interatividade entre os departamentos seja permanente, desde o planejamento até a execução”.

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  • 00152418A unidade de saúde Nossa Senhora Aparecida, no bairro Sítio Cercado, recebeu nesta sexta-feira (05) equipamentos e aparelhos que vão ampliar e melhorar a capacidade de atendimento no local. A entrega é a primeira que acontecerá ao longo dos próximos dias em todas as unidades do Distrito Sanitário do Bairro Novo, como parte de um investimento de R$ 2,6 milhões em materiais para as 109 unidades de saúde de Curitiba.

    São macas ginecológicas, estetoscópios, canetas odontológicas de alta rotação, balanças digitais, espirômetro, eletrocauterizador, detector cardíaco fetal, balanças pediátricas, entre outros equipamentos. A finalidade é fortalecer a atenção básica à saúde, tornar o atendimento mais ágil e aumentar a resolução dos procedimentos nas unidades de saúde.

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  • 00151602A realização da Copa do Mundo no Brasil trouxe, para a área de Saúde, a capacitação e a experiência na montagem de estrutura para poder receber grandes eventos. Essa foi a primeira avaliação feitas por representantes das vigilâncias sanitárias das 12 cidades-sede da Copa do Mundo, que participam de um encontro, nesta quinta (20) e sexta-feira (21), em Curitiba. O objetivo do seminário, que ocorre no auditório da Uninter, no Centro da capital, é debater as ações realizadas antes, durante e após a execução do Mundial para ver o que pode ser aprimorado nos próximos eventos de massa que serão realizados no Brasil. Na sexta-feira (21), será apresentado um balanço final das ações.

    Durante a abertura do encontro, foram ressaltados o êxito na atuação das vigilâncias sanitárias durante a Copa e os bons resultados trazidos pela integração dos profissionais de diversas áreas. “O principal legado que fica para a saúde é a capacidade de se trabalhar em rede.

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Despesas com vítimas do trânsito em Curitiba chegam a R$ 8,45 milhões ao ano

00153112O sistema de saúde gasta R$ 8,45 milhões ao ano no tratamento de vítimas de acidente de trânsito em Curitiba. O número contabiliza apenas as despesas com internações hospitalares, ou seja, não inclui os recursos dispensados na reabilitação desses pacientes.

Ao todo, 1.949 pessoas foram vítimas em acidentes de trânsito na capital paranaense em 2013 – 215 das quais necessitaram de UTI. Os dados foram compilados pelo Programa Vida no Trânsito e divulgados nesta sexta-feira (19) pelo secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, em palestra que integra a programação da Semana Nacional de Trânsito 2014.

“Acidentes e violências são a terceira principal causa de óbitos em Curitiba, atrás apenas dos problemas circulatórios e de neoplasias. Se considerarmos apenas a faixa etária entre 5 e 39 anos, eles se tornam a principal causa”, disse Massuda. O grupo de acidentes e violências responde pelo segundo principal motivo de internações, logo após eventos relacionados à gestação. “Com essas informações, não resta dúvida de que o trânsito é uma questão que extrapola as discussões sobre infraestrutura. É também uma questão de saúde pública”, afirmou o secretário.

Secretaria da Saúde e FAS integram atendimento psicossocial

00152623O departamento de Saúde Mental da Secretaria Municipal da Saúde e de Proteção Social Especial da Fundação de Ação Social (FAS) trabalham em conjunto no tratamento de pessoas com problemas mentais e em situação de vulnerabilidade social em Curitiba. Para continuar integrando este trabalho, foi realizado nesta quarta-feira (10) o 1º Encontro Intersetorial entre as duas entidades, na Prefeitura de Curitiba.

O secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, conta que em um ano e meio de gestão foi possível acabar com as filas para atendimento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Psiquiatras dos Núcleos de Apoio do Saúde da Família (Nasf) auxiliam no tratamento em unidades de saúde e um psiquiatra trabalha na regulação dos atendimentos de urgência do Samu. “Precisamos estabelecer cada vez mais estratégias de atendimento envolvendo os dois setores. Para ofertarmos o atendimento integral, precisamos que a interatividade entre os departamentos seja permanente, desde o planejamento até a execução”.

Unidades do Bairro Novo recebem equipamentos de saúde para ampliar atendimento

00152418A unidade de saúde Nossa Senhora Aparecida, no bairro Sítio Cercado, recebeu nesta sexta-feira (05) equipamentos e aparelhos que vão ampliar e melhorar a capacidade de atendimento no local. A entrega é a primeira que acontecerá ao longo dos próximos dias em todas as unidades do Distrito Sanitário do Bairro Novo, como parte de um investimento de R$ 2,6 milhões em materiais para as 109 unidades de saúde de Curitiba.

São macas ginecológicas, estetoscópios, canetas odontológicas de alta rotação, balanças digitais, espirômetro, eletrocauterizador, detector cardíaco fetal, balanças pediátricas, entre outros equipamentos. A finalidade é fortalecer a atenção básica à saúde, tornar o atendimento mais ágil e aumentar a resolução dos procedimentos nas unidades de saúde.

Taxa de mortalidade infantil

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A taxa de mortalidade infantil em Curitiba apresenta uma tendência constante de queda.
 
Dados preliminares de 2011 apontam a menor taxa de mortalidade infantil já alcançada pelo município.

A Secretaria

  • Planejar e executar a política de saúde para o Município de Curitiba
  • Responsabilizar-se pela gestão e regulação dos serviços próprios e conveniados
  • Monitorar doenças e agravos
  • Realizar a vigilância sanitária sobre produtos e serviços de interesse da saúde
  • Visar uma população mais saudável